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embriogênese. Apesar da existência de relatos de
caso em familiares de primeiro grau, corroborando
para a hipótese de etiologia genética, é geralmente
aceita a hipótese de mecanismo de herança
poligênica, multifatorial. As malformações foram
separadas em grupos com apresentações clínicas,
tratamento e prognóstico similares sendo em 1988
adotada classificação desenvolvida pela
american
fertility society
(
figura 1
)
3
(
d
).
O útero septado, anomalia de reabsorção do
septo intermulleriano, corresponde à malformação
uterina estrutural mais comumente encontrada
24
(
b
).
Apesar da existência de relatos de caso
documentando sua ocorrência familiar, muitas são
consideradas anomalias isoladas
25
(
c
). Dentre as
malformações mullerianas, o útero septado
encontra-se associado com maior incidência de
comprometimento da função reprodutora, estando
correlacionadas
a
infertilidade,
e
perdas
gestacionais tanto de primeiro quanto de segundo
trimestre
24
(
b
). Em estudo de revisão da literatura,
79% de gestações em mulheres com útero septado
terminaram em abortamento
26
(
d
). O tratamento
indicado consiste na realização da metroplastia por
histeroscopia,
sendo
observado
redução
significativa nas taxas de abortamento (88%
versus
14% para o período anterior e após a realização da




