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submetidos à imobilização gessada; a tala posterior
ou bandagem patelar, sendo observado que
pacientes tratados com tala posterior apresentaram
menores índices de recidiva
33
(
B
). Foi observado
ainda que o tempo de imobilização dos pacientes
tratados com gesso foi quase duas vezes mais
prolongado quando comparado aos tratados com
tala posterior
33
(
B
). Em estudo recente, pequeno
grupo de pacientes foi tratado conservadoramente
por seis semanas, alguns com gesso circular
cruromaleolar e outros com bandagem patelar
funcional (permitindo flexão de 30 a 40 graus),
obtendo melhores resultados no último grupo, com
menor taxa de atrofia muscular após avaliações
seriadas
34
(
B
). Em ambos os grupos não foram
observados episódios de recidiva da luxação
34
(
B
).
Recomendação
Os dados disponíveis atualmente na literatura
não permitem definir o tempo ideal ou o melhor
tipo de imobilização a serem utilizados no
tratamento da primo luxação traumática da patela,
apenas suportam que o uso de imobilização por 3 a
4 semanas seria a melhor opção, principalmente
para o conforto do paciente.




