16
Nenhum estudo até o momento demonstrou o
desfecho dos pacientes submetidos a técnicas não
operatórias, com o uso de toxina botulínica, seguido
de alongamento cirúrgico na idade apropriada,
porém vários estudos demonstraram sucesso, a
curto prazo, em adiar a cirurgia para uma idade
maior do que seis anos
12
(
A
).
Recomendação
Até o presente momento não existem estudos
que mostrem a postergação do primeiro
alongamento
cirúrgico
utilizando-se
toxina
botulínica.
7.
O TIPO DE CORREÇÃO E A TAXA DE
RECIDIVA SÃO DIFERENTES PARA
CRIANÇAS COM PARALISA CEREBRAL
E
PÉ
EQÜINO
DIPLÉGICOS
E
TETRAPLÉGICOS?
A topografia da paralisia cerebral (hemiplegia,
diplegia, tetraplegia) provavelmente determina
influência nos resultados pós-cirúrgicos
6
(
B
). Nos
estudos
analisados,
crianças
hemiplégicas
apresentaram maiores taxas de recidiva de eqüino
em relação às crianças diplégicas quando
submetidas ao procedimento de alongamento da
aponeurose do gastrocnêmio-sóleo (procedimento




