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INTRODUÇÃO
A Síndrome de Guillain-Barré (SGB)
consiste em um dos mais frequentes subtipos
de polineuropatia periférica aguda¹(
D
). Afeta
anualmente 2 pessoas a cada 100.000 de forma
aleatória. Há indícios de maior ocorrência da
doença entre a população masculina e pessoas
entre 50 a 74 anos, porém ela pode atingir
indivíduos de todas as faixas etárias, ambos os
sexos ou raça²(
C
). Entre 4% a 15% dos
pacientes com SGB morrem durante o
tratamento e cerca de 20% ficarão com alguma
deficiência¹(
D
).
A SGB enquanto inflamação aguda
adquirida leva à desmielinização dos nervos
periféricos, consequentemente à fraqueza
motora e alterações sensoriais. Sua causa
ainda não foi identificada, no entanto se
observa em parte dos pacientes, a relação com
doenças agudas causadas por bactérias ou
vírus. Entre os agentes infecciosos mais
comuns que precedem a SGB, encontramos
citomegalovirus,
Campylobacter jejuni
,
Epstein-
Barr
vírus, entre outros
²
(
C
). Embora seja uma
situação incomum, alguns vírus hepatotróficos
(hepatite A, B, C) têm sido reconhecidos como




