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distribuídas no intervalo de 7 a 10 dias, usando
as técnicas de centrifugação ou separação da
membrana celular), também mostra resultados
semelhantes na recuperação motora em um
mês desde o início do tratamento. O tempo
médio
para
melhora
do
grau
de
funcionalidade em escala específica para
mensurar grau de deficiência, apresenta
pequena diferença favorável ao uso da PE (16,5
dias para 14,0 dias ao utilizar IVIg), sendo que
os pacientes tratados com PE apresentam em
média um ponto a mais do que os submetidos
a IVIg. Quanto às complicações relacionadas a
ambas
terapias,
é
possível
observar:
hipotensão, arritmia cardíaca, pneumonia,
trombose venosa profunda/ embolismo
pulmonar, sepse, flebite local e infecções do
trato urinário. Há uma tendência de menor
ocorrência dessas complicações favorável a
IVIg (p= 0,07)
⁷
(
B
).
Já, quando comparadas a PE (200 a 250
ml/kg em 5 sessões realizadas entre 7 e 14
dias, sendo que o fluido reposto não continha
IgG e foi utilizada 5% de albumina, com a
utilização
duas
técnicas
de
manejo:
ultrafiltração e a centrifugação) e a aplicação
de IVIg (5 sessões diárias de 0,4 ml/kg), há




