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mecânica por tempo prolongado, verificou-se
menor índice de capacidade vital (CV) entre os
que precisaram de suporte ventilatório por
mais de 15 dias ao serem admitidos em UTI,
46% contra 63% entre pacientes com ventilação
por período < 15 dias, com p<0,01. A
concentração plasmática de sódio encontrava-
se significantemente diminuída nos pacientes
ventilados por tempo maior que 15 dias
(p<0,05) e foi verificada frequente ausência da
habilidade de flexionar pé nesses indivíduos,
64,2%
versus
33,3% dos pacientes que
precisaram de ventilação por período menor,
p<0.004. Essa diferença manteve-se ao fim da
aplicação da imunoterapia, 82,1% em relação a
41,6%, respectivamente, p= 0,001. Com o
término do tratamento imunoterápico, foram
observadas diferenças na presença de
condução nervosa em bloco também. Ao
analisar esses dados, definiu-se que a
combinação de ausência da flexão em pé na
admissão à UTI e ao término do tratamento de
imunoterapia e a presença da condução
nervosa motora em bloco do nervo ciático com
sensitividade de 0,56, como valor positivo
preditivo de 1 para a necessidade de maior
tempo de ventilação mecânica, p<0.001
20
(
B
).




