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média, entre a intubação traqueal e o
procedimento de traqueostomia. Os pacientes
que foram submetidos à ventilação mecânica
apresentaram maior pontuação em teste
específico de severidade da doença (
Simplified
Acute Physiologic Score II- SAPS II
) em relação
aos que não precisaram desta, score de
28,2±18,6 e 14,1±6,8 respectivamente, com p=
0,0052. O índice glicêmico apresentou-se
significativamente maior entre os que
precisaram desse suporte respiratório, 8,07 em
média versus 6,51 mmol/L, p<0,01. Cerca de
60% dos pacientes com ventilação mecânica
apresentaram disfunção autonômica contra
14% nos não ventilados, p=0,0006. Através de
modelo múltiplo de regressão logística,
verificou-se que o risco necessidade de
ventilação
mecânica
aumentou
significantemente quando o indivíduo com
SGB exibiu, pelo menos, um sinal de disfunção
cardiovascular autonômica e incapacidade de
levantar ativamente a cabeça quando deitado
(odds ratio 10,66, 95% de intervalo de
confiança [IC] 2,4 a 49; p<0,05, e 9,86, 95% de
IC 1,7 a 56;p<0,05, respectivamente)
20
(
B
).
Quanto aos fatores que podem auxiliar a
determinar a necessidade de ventilação




