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seguintes regiões tiveram altas taxas de excisão
incompleta: epicanto 23,5%%, região auricular de
19,7%, mento (20%), região periorbital (17,9%) e pré-
auricular (17%). Esta diferença de excisões
incompletas encontradas para as regiões do mento,
periorbital, pré-auricular e epicanto, apesar de não
ser significativamente importante, em relação às
outras áreas da face, conforme observado neste
trabalho, tem importância se comparada com os
resultados encontrados para os CBCs, localizados
nestas regiões, tratados com CMM, nos quais a
obtenção de margens livres foi muito superior
13
(
B
).
Um estudo retrospectivo, que incluiu todos os
CBCs tratados com cirurgia convencional, no ano de
2004, teve o objetivo de verificar a taxa de excisão
incompleta de todos os CBCs excisados pelo
período de 1 ano
14
(
B
). Para avaliação das margens
foram utilizados os dados do anatomopatológico
(avaliado pelo método “Bread-loaf, a cada 2 mm). A
margem de segurança lateral seguiu os critérios de
cada cirurgião (média de 4 mm para tumores de
baixo risco e 5 mm para alto risco). 362 CBC foram
excisados e excisão incompleta ocorreu em 10,3%
dos casos. Pela análise multivariada, pelo modelo de
regressão logística, a localização na asa nasal-
p<0,02, OR (IC 95%) 7,8 (1,5-42,0) ou em outras
áreas do nariz (p=0,02) e no canto interno (epicanto)




