27
da tíbia após o tratamento (p> 0,05), apesar de
valores melhores que os previstos no estudo
40
(
B
)
.
Um protocolo de estimulação elétrica durante 30
minutos por dia, cinco dias por semana, por seis a
onze meses não altera a DMO na tíbia proximal
antes e após o treinamento, tanto nos membros
treinados como nos não treinados (p> 0,05)
41
(
B
).
ULTRASSOM
O ultrassom terapêutico pulsado, aplicado no
calcaneo de pacientes com lesão medular, durante
20 minutos por dia, cinco vezes na semana, durante
um período de 6 semanas consecutivas, não
melhora nenhum parâmetro (p> 0,05). Portanto, a
curto prazo, o ultrassom não é eficaz para tratar a
perda óssea após lesão medular
42
(
B
).
Recomendação
FES-cicloergometro atenua a
perda da
densidade mineral óssea sob as áreas estimuladas
do membro tratado como por exemplo a porção
distal do fêmur e na tibia, no período agudo da
lesão meduar, entretanto estes benefícios não se
mantém após três meses
26-28
(
B
)
. O uso do FES na
fase crônica da lesão medular ainda é controverso
29-
34
(
B
)
.




