28
óssea e no sangue periférico; citogenética na medula
óssea, FISH em sangue periférico e qPCR em sangue
periférico
58
(
B
).
Apesar da correlação entre qPCR e análise
citogenética, outros fatores prognósticos podem
estar associados às respostas moleculares ou
citogenéticas, estimando os desfechos ao longo do
tratamento com Inibidores tirosino quinase de
pacientes com LMC em fase crônica. Tal fato
permite análises multivariadas que estimam o
impacto da interação dos fatores prognósticos
presentes na prática médica, mas apenas a resposta
citogenética, na análise multivariada, em 3 meses é
preditora de resposta em 6 meses e de sobrevida
livre de doença em 2 anos
57
(
B
).
A recaída nos pacientes que obtiveram resposta
citogenética pode ocorrer em 2,5% dos casos, em 24
meses, e esses pacientes podem experimentar ainda
progressão da doença para as fases acelerada e
blástica. A correlação entre a análise por PCR e a
resposta citogenética pode conter uma variação de
valores que dificultem a interpretação, não
favorecendo a substituição de métodos
59
(
B
).




